Com a cabeça tão em tormenta que se não
sangro poesia nas noites de insônia, morro devorada pelas palavras não
escritas. Sei que de tanto ser eu mesma, hora dessas perigo ir e nunca
mais voltar.
Karolyne Gilberta
Ela sabia que estava sendo estragada por aquele sentimento, mas não conseguia se livrar daquela prisão. Sentia-se atormentada e atordoada, mas tinha a convicção que precisava daquilo mais do que do ar que respirava. Cada confronto, cada conflito... ansiava pela chegada destes para lhe preencher a existência.