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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Naquele beijo que você me deu

Quando seus olhos deslizaram pelos meus naquela noite bêbada e fria de nosso primeiro beijo torto, eu soube o quão inevitável seria o desfecho de nosso encontro de vontades.
 
 
Karolyne Gilberta

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Essa tantas

Sempre fui essa tantas
Excessos, viagens e vertigens
Tudo ardendo feito lava
Recitando promessas que faço, sabendo não ser capaz de cumpri-las
Me d-escrevo nesse momento para não ser sufocada pelos pensamentos desesperados.
Pensamentos esses tão iguais a mim:
correnteza destruindo as margens, ventania derrubando árvores.
 
 
Karolyne Gilberta

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Descontrole

Boca, língua, exploração...
Pêlos, saliva, respiração...
Mãos, dedos, transpiração...
Pele, suor, contração...
Cadência...
Movimento...
Consequências...
Músculos retesados,
arranhões...
Expressões de humanidade,
Demonstrações de vitalidade,
Sangue que pulsa,
Fluxo que segue,
Impulsos que SEMPRE vencem.


Karolyne Gilberta.

O começo antes de todo início ou de todo fim

O jogo da sedução que precede o ato,
As bocas que exploram os espaços dos corpos,
Da boca superior aos lábios inferiores.
A mão que veleja junto,
Olhos que estabelecem contato íntimo, pessoal e intransferível,
Pele que se encontra e se descobre no toque da outra.
Corpos que estimulados atravessam montanhas,
Percorrem vales,
Vencem depressões,
Desencaminham-se nos caminhos...
Rompem espaços,
Quebram preconceitos,
Atingem o ápice.

 
Karolyne Gilberta.