Mostrando postagens com marcador Orgasmo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Orgasmo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Sonhei com teu membro rijo



Sonhei com teu membro rijo retido entre meus lábios
Abrindo passagem por minha língua sedenta e dentes famintos
Deixei que fosse entrando sempre mais fundo
Você segurando para isso minha cabeça entre suas mãos
Senti suas bolas meu queixo roçando
Delirava no teu alternar das estocadas dum ritmo rápido para o lento
(e vice-versa)
Consumou-se a festa do gozo entre dois corpos sedentos
Sorvi gota por gota
Alimentei-me até fartar
Acordei ofegante com teu gosto ainda em meu paladar



Karolyne Gilberta

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Uma noite de descanso em meio ao caos

Uma noite anestesiada pelas expectativas
Sorrisos largos e olhares cúmplices furtivamente trocados na mesa do bar
O som
A cor
Os aromas
As peles tornando-se cada vez mais febris
O abandono da companhia
O inventar das fantasias
O vento no rosto relembrando aventuras
A junção dos corpos revelando texturas
O despir
O devir
A intimidade rapidamente conquistada
Os dóceis corpos, os corpos doces, os corpos e os doces...espalhados sobre a cama
Manchas açucaradas pelo lençol
Subidas, descidas, investidas
Cabelos em rabo retorcidos pelas mãos viris
A surpresa da tamanha força contida nos gestos do outro
O braço que alcança a pele que anseia
Mãos e bocas afoitas desnudando o completo desconhecido
Depositando saliva
Transformando o corpo em alimento
A escuridão
O meio termo
Acendem-se as meias luzes
Assinam-se os termos da busca incessante do prazer
Sem descanso
Com desfrute
A garganta que se afeiçoa e adapta ao formato
A grossura
Ao tesão tamanho
A preocupação
O preservativo
A penetração
Os gozos tantos
A boca abocanhando os grossos lábios
A sucção
O prazer que liquido escorre entre as pernas... entre os poros
O orgasmo que num jato quente se confirma
A água esfriando a pele em brasa
Descanso
Olhares mansos
Palavras moles
A conversa fluindo com naturalidade diante dos corpos entrelaçados depois da saciedade alcançada
O sono
O vento nos rostos mais uma vez
O abraço
A despedida
Os bons sonhos pela réstia de manhã que displicente insistia em despontar
A necessidade do recordar e viver tudo aquilo outra vez.
 
 
Karolyne Gilberta

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Regalo

Ele cuida tão bem de meus pequenos e grandes lábios
que onde passa, serpenteando sua língua morna,
me arrepia os pelos e me faz contorcer de uma agonia deliciosa.
Só de recordar minha boca se enche de saliva
e escorro quando lembro como corre ligeiro sugando o que é meu regalo
e afunda em mim seus dedos experientes que vagueiam em busca de meu gozo.
A pele se inflama, vira pólvora e implora o toque da boca.
Já conhece meu ritmo e, para me deixar perdida, sempre inventa novos caminhos
Os beijos na vulva envolvem meus sentidos e irrompo em gemidos
antevendo a perda do juízo no gozo final.






Karolyne Gilberta

domingo, 9 de setembro de 2012

Poema Impróprio


Vou lhe escrever um poema indecente
Um poema imoral e sensual
Impróprio para qualquer idade
Com todas as permissividades
Cheio de sensualidades
Com bastante imoralidades
E muitas cumplicidades
Quero que você escolha o tema
Minha boca, meu ventre.
meu orgasmo, minha bunda
Em qualquer tema vou fundo
Não se espante! Não se acanhe!
Nem tampouco me estranhe
Sabe que faço o que quero
Nunca lhe peço licença
Pois eu faço o que você pensa
Logo não há novidade
Em tudo que gosto de escrever
Escrevo e falo e faço!
Tudo com o maior prazer
Não saia pois do meu espaço
Pois é para você que quero escrever,
falar e fazer!
E você vai adorar ler,
ouvir e fazer!

Marly Caldas