Mostrando postagens com marcador Gozo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gozo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Uma noite de descanso em meio ao caos

Uma noite anestesiada pelas expectativas
Sorrisos largos e olhares cúmplices furtivamente trocados na mesa do bar
O som
A cor
Os aromas
As peles tornando-se cada vez mais febris
O abandono da companhia
O inventar das fantasias
O vento no rosto relembrando aventuras
A junção dos corpos revelando texturas
O despir
O devir
A intimidade rapidamente conquistada
Os dóceis corpos, os corpos doces, os corpos e os doces...espalhados sobre a cama
Manchas açucaradas pelo lençol
Subidas, descidas, investidas
Cabelos em rabo retorcidos pelas mãos viris
A surpresa da tamanha força contida nos gestos do outro
O braço que alcança a pele que anseia
Mãos e bocas afoitas desnudando o completo desconhecido
Depositando saliva
Transformando o corpo em alimento
A escuridão
O meio termo
Acendem-se as meias luzes
Assinam-se os termos da busca incessante do prazer
Sem descanso
Com desfrute
A garganta que se afeiçoa e adapta ao formato
A grossura
Ao tesão tamanho
A preocupação
O preservativo
A penetração
Os gozos tantos
A boca abocanhando os grossos lábios
A sucção
O prazer que liquido escorre entre as pernas... entre os poros
O orgasmo que num jato quente se confirma
A água esfriando a pele em brasa
Descanso
Olhares mansos
Palavras moles
A conversa fluindo com naturalidade diante dos corpos entrelaçados depois da saciedade alcançada
O sono
O vento nos rostos mais uma vez
O abraço
A despedida
Os bons sonhos pela réstia de manhã que displicente insistia em despontar
A necessidade do recordar e viver tudo aquilo outra vez.
 
 
Karolyne Gilberta

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Jardineiro de mim

Por minhas cavidades suas sementes deposita.
E seu orvalho umedece as pétalas de minhas flores
Camada por camada me regas
E em primavera de sensações transformas meu corpo.
Floresço!
Venço estações.
Desfolho!
Renasço em teus braços.




Karolyne Gilberta

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Olhos nos olhos

Por nossos poros transpiram desejos.
Sua pele preta esconde meu refúgio.
Macia, úmida, perfumada.
Nela sacio minhas vontades de devorar teu corpo.
Teus pequenos cachos escondem meus dedos ávidos,
minhas mãos aflitas.
Te busco!
Vejo seu volume aumentar.
Minha ânsia por ele em minha boca cresce junto.
Abraço com os lábios teu membro rijo.
Comprimo e aqueço teu mastro entre língua e dentes.
Te cheiro, te sinto, te toco... te devoro!
Tu avanças com ele em minha garganta.
Afunda o máximo que consegues!
Estamos nus! Estamos nós!
Olhos nos olhos!
Pele na pele!
Corpos conectados!
Transcendência!
Sinto teu líquido morno e levemente adocicado jorrando garganta adentro.

Karolyne Gilberta

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Dilacerante

Sentada no banco do carona pouso a mão em seu membro que aos poucos vai se fazendo notar.
Abro o zíper de sua calça e vou passando levemente o dedo em toda a extensão de seu mastro.
Quando noto a ânsia de meus lábios em seu pênis ficar num nível quase insuportável começo a lamber-lhe sem pressa.
Aumento o ritmo das lambidas e das chupadas, mas não deixo o gozo chegar.
Vou te torturando e me divertindo.

Quando nem eu mesma suporto mais, levanto minha saia, já sem calcinha, e me jogo em cima de ti. 

Vou certeira em teu pau enorme que entra fazendo estrago em minha buceta não completamente úmida.
Rasga minhas entranhas, mas me põe a gemer.
Com os joelhos apoiados em tuas coxas levanto e agacho meu quadril rebolando devagar.
Minha bunda devidamente assentada sobre teu colo.
A fricção de minha virilha contra teus pêlos e de minha bunda contra tuas bolas.
Pressiono meu corpo para baixo para que a penetração atinja a maior profundidade possível.
Tuas mãos empurrando meus ombros para que eu me afunde mais e mais.
Mantenho-me atenta a cada detalhe de nós.
Tua mão pressionando-me um seio e a boca a devorar o outro. Uma mordida voraz.
Balanço mais rápido a bunda... aumento o rebolado.
Você novamente me empurra para baixo... parece querer me partir ao meio.
Inclino para frente e abaixo o rabo definitivamente para que possamos juntos gozar.
Volto para meu assento completamente suada, e, através dos vidros embaçados noto que o sol já dá sinais que quer aparecer.

Karolyne Gilberta.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Te amo, espanhola


Perdido entre-seios,
menino lambuzando-se em meio aos doces,
sucumbindo aos montes,
em picos eriçados.
Põe-se a atravessar a passagem do paraíso,
o caminho do desfrute.
Comprimido,
aconchegado,
docemente oprimido,
mas absolutamente protegido
pelas mamas,
pelas tetas,
pela denominação que se quiser lhes dar.
Quintura.
Ventura.
Entre-seios é o lugar onde passeia e deseja estar.
Num frenético e ao mesmo tempo suave levante.
Uma verdadeira insurreição.
Alucinado.
Alucinante.
Delicioso enlevo no relevo das curvas mortais.
Perdido nos pares díspares.
Se afunda em êxtase,
e assim, lambuza o cenário de seu crime.

Karolyne Gilberta.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Cio


Subindo pelas paredes sussurra desejos inconfessáveis ao dono de seus pensamentos.
Cravando os dentes em sua pele se faz refém dos movimentos incontroláveis ante o desespero que se apossa de seu corpo.
Agarrada aos pêlos de seu par mostra-se dona de habilidades incontestáveis e vai desvendando os mistérios de sua condição ‘humana’.
Afiando as unhas no corpo do outro vai se fazendo fêmea, bicho afoito, se deixa possuir pelo cio!
Em delírio arrasta o corpo febril sobre o do amante. Esfrega!
Geme, urra, berra, implora a posse, deseja a morte... o êxtase.
Provoca. Aguarda a violação! Ah, como deseja ser profanada!!!
Saliva e suplica bofetadas, braços retidos por mãos impiedosas, puxões de cabelo que façam sua coluna se contorcer.
Ávida! Intensa! Perdida! Encontra-se no delírio.
Inflama e explode. Jorra!
Enfim a fera descansa.



Karolyne Gilberta.

domingo, 9 de setembro de 2012

Poema Impróprio


Vou lhe escrever um poema indecente
Um poema imoral e sensual
Impróprio para qualquer idade
Com todas as permissividades
Cheio de sensualidades
Com bastante imoralidades
E muitas cumplicidades
Quero que você escolha o tema
Minha boca, meu ventre.
meu orgasmo, minha bunda
Em qualquer tema vou fundo
Não se espante! Não se acanhe!
Nem tampouco me estranhe
Sabe que faço o que quero
Nunca lhe peço licença
Pois eu faço o que você pensa
Logo não há novidade
Em tudo que gosto de escrever
Escrevo e falo e faço!
Tudo com o maior prazer
Não saia pois do meu espaço
Pois é para você que quero escrever,
falar e fazer!
E você vai adorar ler,
ouvir e fazer!

Marly Caldas

domingo, 2 de setembro de 2012

Vulva Vulcânica



Boca ( i n s a c i á v e l )
Recheada – Úmida – Receptiva - Toda zona - Toda erógena - Jorro
Poros – Fragrante – Cadência – Incandescente
Devoradora – Dependente – Viciante – Gozo
 Agressiva – Voluntariosa – Fogueira - Labaredas
Pisca - Quente – Apertada – Penugem – Lava
Indecente – Despudorada
Despida - Gozada
Reluz ( d o u r a d a) 




Karolyne Gilberta.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Que somente o gozo me leve do mundo


Trepa comigo sem temores.
Quero que seja excitante, instigante, indecente.
Esqueçamos os pudores!
Profana-me!
Abandona a gentileza e me domina!
Prende meus braços,
lambe meu pescoço,
morde meus seios,
cala minha boca,
me joga sem piedade em teus lençóis.

Ata-me!

Me mostra tua força e seu desejo de me possuir.
Mostra-me do que és capaz.
Deixa tuas marcas em mim.
Retesado, intumescido, desvairado.
Rasga minhas carnes,
Embrenha em minhas entranhas,
Alcança o mais profundo de minha cavidade.
Me deixa extasiada a desejar e a pedir mais.
Só pares quando eu não puder falar, pensar ou mesmo respirar.
Aliás, não para:

Mata-me de prazer!!!

Karolyne Gilberta.
Eu sei que queres me ter
para sempre que quiseres meter
fazê-lo enfurecidamente a temer
que o gozo enfim acabe.

 K. G.